Queiroga diz que Nordeste vive “voo de galinha” e defende novo projeto de desenvolvimento durante plenária do PL em Patos
Queiroga diz que Nordeste vive “voo de galinha” e defende novo projeto de desenvolvimento durante plenária do PL em Patos
25/05/2026 às 10h14Atualizada em 25/05/2026 às 13h14
Por: Ray Santana
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Foto: Reprodução
https://www.youtube.com/shorts/x8jKNzUHTH4 O ex-ministro da Saúde no Governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado, Marcelo Queiroga (PL), participou no último sábado (23), da Plenária do PL na cidade de Patos (PB), encabeçada pelo senador e pré-candidato ao governo do estado, Efraim Filho (PL). Em entrevista ao Contexto News, Queiroga comparou o desenvolvimento do Nordeste a "voo de galinha" e culpou os programas sociais pelo suporto atraso no progresso da região. "O Nordeste precisa de um projeto de desenvolvimento, o Nordeste tem crescido, mas é um voo de galinha. Os programas de suplementação de renda são importantes, mas é necessário criar portas de saída para que os filhos dos nordestinos, sertanejos, os caririzeiros possam ter uma pespectiva futura e, a partir daí, se formando nas nossas universidades, faculdades, nas escolas técnicas, construír uma alternativa de desenvolvimento para nossa região", afirmou o pré-candidato ao senado. O médico destacou também que tem sua candidatura alinhada ao projeto de governo de Efraim Filho e Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da república. "Efraim representa uma mudança para Paraíba, um novo projeto, não é uma volta ao passado. É um projeto que está alinhado ao Partido Liberal, cuja lideraça principal é o presidente Jair Bolsonro, que está sendo injustiçado, o Brasil já sabe disso, e hoje representado pelo senador Flávio Bolsonaro". O ex-presidente Jair Bolsonaro teve prisão decretada em 22 de novembro de 2025, quando teve sua prisão domiciliar convertida em prisão preventiva pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, em 24 de março deste ano passou a prisão domiciliar humanitária, com prazo final de 90 dias, devido o estado de saúde, quando foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana. A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ray Santana | Contexto News
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